- Armazenamento Híbrido de Energia eletroquímica em células de grafeno e mxeno de nióbio
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Continuando nos seminários da disciplina TE-301, a segunda apresentação foi da Divisão de Materiais do IAE, apresentada pelo professor Emerson Gonçalves com o tema:
Armazenamento Híbrido de Energia eletroquímica em células de grafeno e mxeno de nióbio#

Esse foi o resumo dado pelo professor:
Resumo: No contexto da 4ª Revolução Industrial, os paradigmas estão mudando celeremente. As populações crescem exponencialmente e assim cada vez mais necessidades de segurança, alimentação, recursos naturais (especialmente hídricos), energia elétrica, mobilidade, saúde, sustentabilidade, entre outras, são demandadas, fazendo-se mister aprofundar conceitos e desenvolver tecnologias que possam acomodar e integrar tais aspectos. Recentemente, têm se avançado muito com relação a matrizes energéticas, principalmente pelas alegações relacionadas às matrizes fósseis, ditas contribuintes em algum grau por acúmulo e transporte de calor fora de padrões anteriores na biosfera. Assim, fortalece-se a discussão acerca de geração, armazenamento e utilização de energia. Neste tocante, o Brasil tem sido privilegiado pelo seu grande potencial hídrico, de biomassa, solar e eólico, ocasionando o surgimento múltiplas plataformas de negócio acerca desses meios, com baixo impacto ambiental. Além disso, com diretriz estratégica renovada nesse campo e uma disponibilidade muito competitiva de recursos minerais de alto valor agregado para essas aplicações, entre elas, as reservas de grafite, nióbio, terras raras e lítio, materiais que têm atraído um crescente interesse nesse tocante, levantam-se as necessidades do mercado de aeronaves elétricas e suas necessidades de energia e potência, e comparam-se com os armazenadores já comercializados ou em fase de protótipo. A partir de eletrodos à base de nanomateriais de MXenos de nióbio, grafeno e lítio até o desenvolvimento de packs de suas baterias, objetiva-se a disrupção na operação de pequenos mockups de motores de eVTOLs e VANTs, acima do limite dos dispositivos atuais. O desafio supera o automobilístico por haver vários modos de transferir momento de quantidade de movimento, e o consumo de energia e potência podem variar muito em função de deles (voo plano, decolagem, pouso, giros angulares, estol e outros), além de subsistemas aí contidos.
Meus comentários#
A palestra foi interessante, principalmente com o foco de mostrar pesquisas em materiais diferentes para criação de baterias, com diversos focos como redução de tamanho, aumento de potência, energia, etc. E também da importância do domínio e pesquisa desse campo para soberania nacional, tendo em vista que são poucos países que realmente desenvolvem baterias.

